Rio de Janeiro: o mel de abelhas nativas e seus infinitos sabores

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Publicado em

25 de Fevereiro de 2026 às 16:43

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Os méis de abelhas nativas têm saborosas peculiaridades

O mel de abelhas nativas e seus infinitos sabores

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Quem lê esses nomes talvez nem imagine que se tratam de espécies de abelhas nativas, sem ferrão, tampouco que seu mel tem sabor diferente do que estamos acostumados a encontrar nas prateleiras de supermercado.

Em geral, os méis das abelhas do nosso bioma têm maior concentração de água e são mais alcoólicos.

Como explica o produtor Denilson Barros (@denilsonbarroscosta), de Jacarepaguá, outra curiosidade é que armazenam o mel em potes, e não em favos, cada uma do seu jeito, e feitos de uma mistura de cera e própolis.

E o sabor?

O mel da borá, por exemplo, entrega salinidade, alta acidez, textura média, pouca doçura e uma nota láctea, muito original.

O de mandaçaia também não é tão doce e tem gosto terroso e floral.

Já o da abelha jataí é ácido, floral e também tem notas frutadas, cítricas.

A uruçu amarela, por sua vez, tem perfil frutado e floral.

Interessante lembrar que a mesma abelha, dependendo de onde circula, pode produzir notas diferentes.  "}}],"version":"2.18.0"}

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