Rio de Janeiro: a evolução do vegetarianismo

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Publicado em

26 de Março de 2026 às 14:08

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A dieta vegetariana do século XIX, no Rio de Janeiro, se inspirava no modelo inglês da Vegetarian Society e seus 3.000 sócios. Não pregava apenas “não matar animais”. Num artigo do Auxiliador da Indústria Nacional, de 1861, a “seita dos legumistas” implicava também em não juntar sal ou especiarias aos alimentos; não separar o farelo da farinha de trigo; tomar somente água – nada de chá ou café; fazer exercícios “gymnasticos” e tomar banho, além de usar vestimentas simples “conforme a Natureza”.

Nos anos 70, no Rio, a alimentação “natural” e a vegetariana tinham muita intersecção. Não à toa, o sanduíche natural, sinônimo da alimentação saudável, se associou à cultura dos esportes de praia, especialmente do surf, e se tornou uma identidade fortíssima das praias de São Conrado e Barra.

O “way of life” vegetariano mudou muito com o passar das décadas, mas no Rio tem a melhor embaixada no Org (@orgbistro), de Tati Lund, recém ampliado e com novidades no cardápio.  "}},{"type":"paragraph","data":{"text":"Aqui quibe de abóbora, hummus rosa, tabule de lentilha e cebola crocante."}}],"version":"2.18.0"}

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