Estado do Rio: as rillettes, mousses e patês da serra do Rio

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Publicado em

25 de Fevereiro de 2026 às 12:10

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Rillettes, mousses e patês estão presentes nos couverts cariocas há séculos.

{"time":1772032094411,"blocks":[{"type":"paragraph","data":{"text":"Na Serra Fluminense, são parte da identidade gastronômica, marcada pelo aproveitamento integral dos animais e a excelência do homem. No séc.XVIII, porcos, galinhas e patos eram criados em quintais de bairros afastados do centro urbano, como Laranjeiras.

Com o crescimento da cidade, migraram para Petrópolis, onde alemães ali instalados - que já eram milhares por volta de 1850 - com herdada expertise, eram respeitados pela qualidade de suas pastas cremosas, que ganhavam espaço em mesas simples ou sofisticadas.

Nos jornais do Rio do séc XIX, as melhores mercearias anunciavam as primícias ou primeurs de Petrópolis, exaltando o frescor e prestígio dos primeiros frutos da terra e do rebanho, trabalhados pelos artesãos locais.

Hoje, em Nogueira, a chef Lydia Gonzalez, do Angá Ateliê Culinário, mantém viva a tradição ao produzir patês de galinha e pato, sempre presentes no abre-alas de seu menu-degustação."}}],"version":"2.18.0"}

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