O pão, essencial em qualquer canto do planeta, sempre foi um dos primeiros a impulsionar inovação.
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Com a falta de mão de obra nos anos de guerra, era preciso produzir melhor e mais rápido, e anúncios exaltavam padarias “trabalhadas em machinismos modernos”. Em 1931, a chegada do fermento industrial ao Brasil consolidou essa virada.
Nos anos 1940, começavam as primeiras críticas ao chamado “pão de mistura”.
A volta ao artesanal não é um gesto romântico. Amassar à mão evita o superaquecimento da massa, preserva o glúten, permite sentir o ponto exato, ajustar hidratação, cria pães mais leves, elásticos e irregulares... artesanais.
Assim é na The Slow Bakery
Instagram: (@theslowbakery). "}}],"version":"2.18.0"}
Com a falta de mão de obra nos anos de guerra, era preciso produzir melhor e mais rápido, e anúncios exaltavam padarias “trabalhadas em machinismos modernos”. Em 1931, a chegada do fermento industrial ao Brasil consolidou essa virada.
Nos anos 1940, começavam as primeiras críticas ao chamado “pão de mistura”.
A volta ao artesanal não é um gesto romântico. Amassar à mão evita o superaquecimento da massa, preserva o glúten, permite sentir o ponto exato, ajustar hidratação, cria pães mais leves, elásticos e irregulares... artesanais.
Assim é na The Slow Bakery
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