{"time":1772033652339,"blocks":[{"type":"paragraph","data":{"text":"Lá por novembro, o assunto rabanada costumava tomar os jornais do Rio de Janeiro, sempre associado a outras preparações natalinas que não tinham nada a ver com o peru. Peru era coisa de inglês, depois de americano. No pós-guerra, virou a regra também por aqui, mas antes disso, o Natal girava em torno do aproveitamento de todas as partes do porco. O negócio era comer sarrabulho ou qualquer prato feito de miúdos, além da querida rabanada.
Aliás, ressuscitar pão dormido com leite e ovos já era assunto de receita romana, desde o século IV, mas veio parar no Rio pelas mãos dos imigrantes europeus.
Para quem não sabe, REBANADA quer dizer ‘fatia’, em espanhol.
Com 178 anos de rabanadas batendo ponto nos cardápios da cidade, é claro que podemos afirmar que é uma grande identidade carioca.
Aqui, a deliciosa rabanada da Roberta Sudbrack, do restaurante Sud, o pássaro verde (@sudopassaroverde). Por trás de sua aparente firmeza, há um interior macio que se derrete na boca e escorrega garganta abaixo, se moldando à gente. “Neste dia”, ao infinito e além. "}}],"version":"2.18.0"}
“Neste dia, em 1847....”.
Estamos mapeando destinos.
We are mapping out the territory.
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