Estado do Rio: as aves de caça do Rio de Janeiro

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Territórios

Publicado em

5 de Novembro de 2025 às 16:21

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{"time": 1769798636562, "blocks": [{"data": {"text": "  A vinda da Côrte Portuguesa para o Brasil trouxe um hábito, no prato: o de comer aves de caça. 

No Rio de Janeiro, entre o fim do século XIX e o início do XX, macucos, inhambús, e também perus, desfilavam nos cardápios mais nobres, sobretudo em Laranjeiras, então reduto elegante de veraneio. Eram iguarias disputadas, substitutas tropicais das aves europeias. No Baile da Ilha Fiscal, em 1889, último suspiro do Império, serviram-se 800 inhambus e 50 macucos.

A caça ao inhambú resistiu até 1936, em Vassouras e na Barra da Tijuca. No livro O Sertão Carioca (como era chamada a Barra), ele aparece como favorito dos caçadores nos descampados cariocas.

Com o século XX, vieram as proibições e a caça perdeu espaço até ser banida. Das três aves, só o peru sobreviveu como hábito, justamente porque domesticado e criado em escala industrial.  "}, "type": "paragraph"}], "version": "2.18.0"}

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